sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Haikamon II
Segundos olhos admiram confrontos
Segues recíprocos dos belos deprimidos
Expostos maravilhas do ainda primavera
Imóvel por eras, nos grãos hesitantes
Como é e porque é
Paz violenta que arrebata, encanta
Preenche, infiltra
Tudo novo brilhantes adocicados
No ar mera impressão prestes a confundir
O retornar a um absoluto
que nada diz, nada significa
Clímax que não sustenta por sí
Na visão, ao longo inevitável
Sem destino, escolha ou maldição
Parte daquele todo que ri
Arrepiando troncos, gelando seivas
Acordo cheio de orvalho
do sonho quase é
Segues recíprocos dos belos deprimidos
Expostos maravilhas do ainda primavera
Imóvel por eras, nos grãos hesitantes
Como é e porque é
Paz violenta que arrebata, encanta
Preenche, infiltra
Tudo novo brilhantes adocicados
No ar mera impressão prestes a confundir
O retornar a um absoluto
que nada diz, nada significa
Clímax que não sustenta por sí
Na visão, ao longo inevitável
Sem destino, escolha ou maldição
Parte daquele todo que ri
Arrepiando troncos, gelando seivas
Acordo cheio de orvalho
do sonho quase é
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Haikamon I
Quando despertam cores
Elogiam céus a primavera
Cobrem limiar entre ilusão e terra,
nossa vida
Enorme, leve em retumbar
tempestades invisíveis
Tragédias cada nuance
pequenos caules de sentimentos
Tudo recorrentes proporções
entre singelas belezas
e amadores em desafio
Cantando o que verde esconde
as qualidades inimagináveis
do vazio, meu sonho
Presenças dos visitantes
marcados na ausência
Sob árvore sabiamente indiferente
suspeito do silencio de tudo:
Estações ou sentimentos.
Elogiam céus a primavera
Cobrem limiar entre ilusão e terra,
nossa vida
Enorme, leve em retumbar
tempestades invisíveis
Tragédias cada nuance
pequenos caules de sentimentos
Tudo recorrentes proporções
entre singelas belezas
e amadores em desafio
Cantando o que verde esconde
as qualidades inimagináveis
do vazio, meu sonho
Presenças dos visitantes
marcados na ausência
Sob árvore sabiamente indiferente
suspeito do silencio de tudo:
Estações ou sentimentos.
Por um minuto
Foi meu pior
Já, defino cores além do vermelho
Me desculpo de tudos e nadas
No carinho brotou grito espiral
Mas respiro o fundo e de lá aceno
Surto passa,
deixa amizade e leva risos
Vivo, mesmo além
Onde é mais valoroso, eu
Não amanhã
Pesares ontem, também
Hoje.
Sinto o tecido
Agora. Perfume canelas
Posso sentir o Sol
Abro um olho
Frestinha esperança,
girando sem parar
Levanto minha xícara e brindo
só por esse minuto
Nesse minuto vou dar o meu melhor
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Ciclo
À frente o demolido
Somente vigas ao sustentar o nada
Tratores cogitam quais passados remover
Enquanto isso carros de um lado ao outro levantam poeira
cada segundo de um mais fácil respirar
Paredes, vergalhões,
tijolos, azuleijos,
louças, almas
Desnudando o esqueleto de aço
Os carros não exitam rumo ao futuro
Mas qual futuro?
Com suas próprias respostas
jogam ventos de suas pressas
Vejo então suas almas nos cones atropelados
No horizonte nem mesmo as vigas restam
Aquele mendigo tem mais vida
Ele interrompe seu acaso para descansar...
Somente vigas ao sustentar o nada
Tratores cogitam quais passados remover
Enquanto isso carros de um lado ao outro levantam poeira
cada segundo de um mais fácil respirar
Paredes, vergalhões,
tijolos, azuleijos,
louças, almas
Desnudando o esqueleto de aço
Os carros não exitam rumo ao futuro
Mas qual futuro?
Com suas próprias respostas
jogam ventos de suas pressas
Vejo então suas almas nos cones atropelados
No horizonte nem mesmo as vigas restam
Aquele mendigo tem mais vida
Ele interrompe seu acaso para descansar...
sábado, 17 de agosto de 2013
Chuva a dois
Quero gritar o calor a passeio em minha face
dupla com coração dançante
um sem ritmo constante tecendo laços sobre laços
sob chuva evaporando em lavas
acordou o vulcão, que ligue e enrole
que me esmague, não sei
não quero impedir meus pés e mãos
o desejo que enche que se segure
deixarei acontecer, fluir no corpo
na mente apenas os fatos, é uma entre mil
ontem, uma entre milhões
chegue ao topo e leve minha alma
quero doar, quero ser
seu servo e rei
com toda pompa para você, princesa
passos ao suave
palavras doces aos seus ouvidos
na mente os fatos
meu corpo enrijece
mas minha pele já sente arrepios
leve-me para voar!
dupla com coração dançante
um sem ritmo constante tecendo laços sobre laços
sob chuva evaporando em lavas
acordou o vulcão, que ligue e enrole
que me esmague, não sei
não quero impedir meus pés e mãos
o desejo que enche que se segure
deixarei acontecer, fluir no corpo
na mente apenas os fatos, é uma entre mil
ontem, uma entre milhões
chegue ao topo e leve minha alma
quero doar, quero ser
seu servo e rei
com toda pompa para você, princesa
passos ao suave
palavras doces aos seus ouvidos
na mente os fatos
meu corpo enrijece
mas minha pele já sente arrepios
leve-me para voar!
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Vem ser juntos
Calculista avalio perigo
Sua manipulação equipara a minha
Mas não sinto
INfeliz destino nos separa paralelos
Sorrio disparates loucos
Vazio
Alegres alelos da vida
em nadas diálogos contigo
Um domínio sem visão
da tempestade e monstros escondidos
Ergue sua vela pela brisa inconstante
que desse furacão singelo
ao mundo dentes-de-leão sem fim
Nem maior nem mais belo
Frios calores essenciais
encarando a besta das bestas
Destruição envolvente no mar do caos
Olhos desafio último da rainha camponesa
que do simples avilta a existencia
Sonhos pequenos e dourados
montados em dorso
Conscientes sobre a felicidade
Um do outro sempre:
Não se engane, desse não arranca pedaço
Os dois costas à costas
sinergia a eternidade
Manipulação e perigo não me afetam.
Só quero ser seu, não importa o que você quer
Só quer ser minha, não importando o que eu quero
Incondicional por egoísmo:
doidos são outros você sabe,
seu querer simples é o prêmio último e primeiro
Objetivo de toda inconstância,
nós queremos nos parar
um ao outro nos queremos nos parar
para sempre fugidios,
escondidos em nossos egos
queremos nos parar
e pelo momento um juntos e não mais só
Para Ingrit, por que se correr o bicho pega e se ficar....
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