Mostrando postagens com marcador Melancolia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Melancolia. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 30 de junho de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
quinta-feira, 27 de março de 2014
segunda-feira, 17 de março de 2014
Haikamon III
Quero aquele teu riso descontrolado
Parar e contar nas suas pérolas olhos
Beijar sob seus cabelos num arrepio de calor
Amar-te desde os dedos direção solar
Desatar meus medos nos teus nós
Passear nas várseas e vales
Pronunciar graças e odes a eros
Oráculo sério de uma composição
Em momentos lábios gladiadores
Fazendo face e espírito um só
Energizando e focando em um compasso
Esquecendo eu e você
Até prender o ar e deixar seu fôlego na avalanche de prazer
Máximo superando máximo construindo o templo do suor
E tudo para quê?
O outono está aqui. todas as flores e folhas no chão
Significados cobrem e apodrecem a minha volta
Minha consciência sorri ao longe...
Parar e contar nas suas pérolas olhos
Beijar sob seus cabelos num arrepio de calor
Amar-te desde os dedos direção solar
Desatar meus medos nos teus nós
Passear nas várseas e vales
Pronunciar graças e odes a eros
Oráculo sério de uma composição
Em momentos lábios gladiadores
Fazendo face e espírito um só
Energizando e focando em um compasso
Esquecendo eu e você
Até prender o ar e deixar seu fôlego na avalanche de prazer
Máximo superando máximo construindo o templo do suor
E tudo para quê?
O outono está aqui. todas as flores e folhas no chão
Significados cobrem e apodrecem a minha volta
Minha consciência sorri ao longe...
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Ciclo
À frente o demolido
Somente vigas ao sustentar o nada
Tratores cogitam quais passados remover
Enquanto isso carros de um lado ao outro levantam poeira
cada segundo de um mais fácil respirar
Paredes, vergalhões,
tijolos, azuleijos,
louças, almas
Desnudando o esqueleto de aço
Os carros não exitam rumo ao futuro
Mas qual futuro?
Com suas próprias respostas
jogam ventos de suas pressas
Vejo então suas almas nos cones atropelados
No horizonte nem mesmo as vigas restam
Aquele mendigo tem mais vida
Ele interrompe seu acaso para descansar...
Somente vigas ao sustentar o nada
Tratores cogitam quais passados remover
Enquanto isso carros de um lado ao outro levantam poeira
cada segundo de um mais fácil respirar
Paredes, vergalhões,
tijolos, azuleijos,
louças, almas
Desnudando o esqueleto de aço
Os carros não exitam rumo ao futuro
Mas qual futuro?
Com suas próprias respostas
jogam ventos de suas pressas
Vejo então suas almas nos cones atropelados
No horizonte nem mesmo as vigas restam
Aquele mendigo tem mais vida
Ele interrompe seu acaso para descansar...
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Azuis
(para minha nova agenda)
À espera no local deliberado,
ansioso observo o velho, a jovem, a solitária multidão
Espera e ansiedade inventados como tempero
Só mentiras criativas por aqui !
Presságio que das realidades açucaradas dessa agenda
farei sorrisos diabéticos
Das sombras, nem sozinhas nem multidões
Verdades meramente ilustrativas !
Do nada agora colorido
sábado, 4 de agosto de 2012
Ilusão
Minha calmaria é estar junto do mar
sob ondas de melancolia
uma onda depois da outra
desejos de mais do outrora
sentindo tudo na mesma hora
Não tem mais volta
O tempo se foi junto á onda
As velas junto a costa, mas ainda sem rumo
Um vento forte sopra
As profundezas me chamam
Num salto eu já mergulho
caindo percebo quanto quero me perder, quão morto a calmaria me banhava
Isso tudo pude perceber
Mas o futuro guarda nova fúria, o antigo grito para sempre oculto
doce como o mel
encontro o futuro e assim a minha cura
Pena que me afoguei para isso
Evelin Castro e André Peixoto
domingo, 6 de março de 2011
Além das 17 horas
Frias tardes em que fico aqui
derretido em pensamentos por você
alem das silabas o som explora
ventos sorridentes você
moldando rochas e dias
Nelas finco meus solados
carregando alegrias por meus sonhos caminhos
De surpresa as rédeas me fizeram
tomaram a dianteira
levaram ao abismo
Jogue a corda suspiro
e vamos noite a adentro
por oniricos cânticos
Sem letra ou versos limites
não apenas fogueira salvadora
alento abeçoado à um coração partido
Resvala em sóis virtuosos
escondendo titãs apaixonados
Supernova eclipsada
mas sinto seu calor nessa tarde:
inspira futuras poesias!
derretido em pensamentos por você
alem das silabas o som explora
ventos sorridentes você
moldando rochas e dias
Nelas finco meus solados
carregando alegrias por meus sonhos caminhos
De surpresa as rédeas me fizeram
tomaram a dianteira
levaram ao abismo
Jogue a corda suspiro
e vamos noite a adentro
por oniricos cânticos
Sem letra ou versos limites
não apenas fogueira salvadora
alento abeçoado à um coração partido
Resvala em sóis virtuosos
escondendo titãs apaixonados
Supernova eclipsada
mas sinto seu calor nessa tarde:
inspira futuras poesias!
sábado, 5 de março de 2011
Carnaval
Ei ei ei!
Sabe o que vem lá pela curva?
Eis o andarilho arlequim
O bobo da corte que não resvala por tristes doces ou piadas alegres de reis enfadonhos
É ele que faz rir ou chorar
Que mente desmente
e se mantem necessário
por sua inutilidade
De cidade em cidade
segue semeando um nada
que todos gostamos
Ainda que ele durma triste
são felizes aqueles que o usam
Sabe o que vem lá pela curva?
Eis o andarilho arlequim
O bobo da corte que não resvala por tristes doces ou piadas alegres de reis enfadonhos
É ele que faz rir ou chorar
Que mente desmente
e se mantem necessário
por sua inutilidade
De cidade em cidade
segue semeando um nada
que todos gostamos
Ainda que ele durma triste
são felizes aqueles que o usam
e desesperados aqueles que o ouvem à sério
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
hoje, como ontem
Hoje vi uma folha seca ascendendo
e voltando a parreira
do fim para completar a degeneração
transformar e participar de outra
vitoriosa na autodestruição
espectadora de suas próprias dúvidas
deixando se apoderar pelos sentidos
Que inveja!
Deixando se levar pelo vento
o mesmo que me trás apenas informações
corroendo meu interior aprofundando
minha introspecção
o medo, posso vê-lo, saber onde está
porque está
mas posso sentir?
estou a tanto tempo fingindo que não sei o que sou
não sei o que sinto, se é que sinto
estou cansado
não quero mais me esconder
mas toda vez vez que abro a caixa vejo
não há nada aqui
é isso que me faz sofrer
não são os percalços ou a dor
não são os prazeres ou as decepções
é a ausência de tudo isso...
e voltando a parreira
do fim para completar a degeneração
transformar e participar de outra
vitoriosa na autodestruição
espectadora de suas próprias dúvidas
deixando se apoderar pelos sentidos
Que inveja!
Deixando se levar pelo vento
o mesmo que me trás apenas informações
corroendo meu interior aprofundando
minha introspecção
o medo, posso vê-lo, saber onde está
porque está
mas posso sentir?
estou a tanto tempo fingindo que não sei o que sou
não sei o que sinto, se é que sinto
estou cansado
não quero mais me esconder
mas toda vez vez que abro a caixa vejo
não há nada aqui
é isso que me faz sofrer
não são os percalços ou a dor
não são os prazeres ou as decepções
é a ausência de tudo isso...
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Salgado
Entre o suicídio e poesia
escolho errar palavras em obscuros
olhos perdidos que não são covardes
perdendo a mim mesmo levando outros
por um ralo cheio de cabelos
o que ninguém quer saber
o que não quer ver e lidar
à merda me supero feliz
decepção linda não comigo
como um pudim de leite, livre, mole e culpado
se eu me matasse quem provaria do proibido?
que os versos desnudem as certezas
causem a duvida que sou
posso ouvir as ondas novamente
estão perto, sempre estiveram
venha mar poético!
escolho errar palavras em obscuros
olhos perdidos que não são covardes
perdendo a mim mesmo levando outros
por um ralo cheio de cabelos
o que ninguém quer saber
o que não quer ver e lidar
à merda me supero feliz
decepção linda não comigo
como um pudim de leite, livre, mole e culpado
se eu me matasse quem provaria do proibido?
que os versos desnudem as certezas
causem a duvida que sou
posso ouvir as ondas novamente
estão perto, sempre estiveram
venha mar poético!
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Grãos de Areia
Grãos de areia espalhados pelo chão
Apressado escorrego sentindo suas texturas,
mãos e pés machucados sem saber o porque da pressa
Detalhes sem conta, insignificantes que me quedam
Levanto ainda leviano
decomposto em ignorância
De que praias pecados vingadores deixaram?
Passados caçantes de um se ver culpado
perto da água se me alcançar inocente
lavarei meus erros
cometerei novos acertos machucados
Não é a pedra que vai parar a abominação
Não são contas seus brilhos ascendem
são olhos desesperados de cair num sentido desconhecido
conhecendo origem de descaso destino
Nada alienação
Apenas proveitos de um acidente
Apressado escorrego sentindo suas texturas,
mãos e pés machucados sem saber o porque da pressa
Detalhes sem conta, insignificantes que me quedam
Levanto ainda leviano
decomposto em ignorância
De que praias pecados vingadores deixaram?
Passados caçantes de um se ver culpado
perto da água se me alcançar inocente
lavarei meus erros
cometerei novos acertos machucados
Não é a pedra que vai parar a abominação
Não são contas seus brilhos ascendem
são olhos desesperados de cair num sentido desconhecido
conhecendo origem de descaso destino
Nada alienação
Apenas proveitos de um acidente
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Amante Dureza
Ainda pouca medíocre
Polca dotes tristeza
Porca dia dia diamante
Divino dia ida dai
Isso vida
Emtílico recipiente
derramas
vidas meus
Ovídia diamante !
Tudo dor…
Origem coralor
Pourca medíocre
Poulca trizeres
Inputa
Outputa
Loadingando
meu copo carbono
Queboa idéias me deu !
Fudeu…
modelam palavrinhas vitas
esses poeteus !
Desacreditam
cartões poeminas
dos meus
Chocam tudo ocês
Quebram tudo ovos
Que dianta puta ex-pirado
poeta ex-namorado
sem produtor amortor
enamorador
por si
e seus gramáticos
Momentos ninguém crende-me
ou confie-me fios sinceras
de palavras dicionário
De que dianta,
Plavário bunito pra
ninguém zé creditá-las
achárias
De que dianta,
Vontadi fanática cego'nha
sem quem oie
perfeição incompleta ta dium
romântico suzinhu
com sueus monstros-deusas,
esperancinas virtualéticas
De que dianta,
Pouca missa
Polca louca
Porras diabos
Nessa vida engraxática !
Que nos leve a pinga dos céus
Pingos de chuva caídos no
levantar de nossos sentimentos
Inundando o mundo
na tempestade de amor
Os mesmos pingos de
granizos raivosos
Que podem te enterrar
na neve, congelar teu ódio
Pingos até de vergonha,
te trazendo resfriado
Mas ainda assim
pingos sinceros,
te acordando
depois de um porre
De uma torrente vontade
de entornar uma pinga
Por um vendaval
ou pelo abafado caso
E pingo (ou pinga) que for
o dia ainda estará nublado
Sobre as voltas da caneta
Linhando o mundo, ela persegue o vazio
Dando voltas, sem covardia
Tudo pra não dizer o que pensa
Se revelando de uma só cor
Copiando até acabar suas linhas
Lutando até o fim da obra,
pra no final, morrer vazia
(ou ainda uma seca e inútil
caneta cheia)
Apocalipse
Aquele que por destino
vier a conquista-la,
que azar
pois mesmo ele
não impedirá o sol de nascer
tampouco conquistada amada
ou armados vigias
podem parar o noite e dia
Ao problema inominável,
de solução ignorada,
a queda procede
Desavisos da sorte
ou azar acaso
Fatos também enrigecem,
inevitáveis escaladas
de caídas rosas girassóis
numa balada épica,
tristezas e pena,
revelam integrais
acomodados
e integros iludidos
Sobretudo perdidos de sí
confiantes na derrota
Uma vez alcançado
espólio destruído
os escravos do sol
pensando o que é vitória
sob o luar
o poeta sempre constata
uma incógnita
reconhecendo flores guerra
destinos alheios
vier a conquista-la,
que azar
pois mesmo ele
não impedirá o sol de nascer
tampouco conquistada amada
ou armados vigias
podem parar o noite e dia
Ao problema inominável,
de solução ignorada,
a queda procede
Desavisos da sorte
ou azar acaso
Fatos também enrigecem,
inevitáveis escaladas
de caídas rosas girassóis
numa balada épica,
tristezas e pena,
revelam integrais
acomodados
e integros iludidos
Sobretudo perdidos de sí
confiantes na derrota
Uma vez alcançado
espólio destruído
os escravos do sol
pensando o que é vitória
sob o luar
o poeta sempre constata
uma incógnita
reconhecendo flores guerra
destinos alheios
Página 28 de Abril
7 dias pensando fim
8 que ainda fossem
9 infelizes não fariam
10 motivos para desistir
11 de não ser
12 desejam você
13 são rejeitados
14 incluindo a sí
15 oprimidos pensantes
16 pensamentos
17 nãos e sem número de sonhos
8 que ainda fossem
9 infelizes não fariam
10 motivos para desistir
11 de não ser
12 desejam você
13 são rejeitados
14 incluindo a sí
15 oprimidos pensantes
16 pensamentos
17 nãos e sem número de sonhos
Paixão
Ao equilíbrio!
Caos harmônico!
Fuja da estagnação,
da morte solitária
Cada átomo no seu canto
Cada celula parada!
Confunda suas prioridades,
perca suas resposabilidades,
se una a bagunça da vida
Mundo desordenado,
sujo à espera, andando
Refletindo prazeres
dolorosos
Bondosos cruéis
dizendo a verdade
Fuja da verdade!
Seja uma mentira irrefletida,
mística impensada
chamada paixão
Caos harmônico!
Fuja da estagnação,
da morte solitária
Cada átomo no seu canto
Cada celula parada!
Confunda suas prioridades,
perca suas resposabilidades,
se una a bagunça da vida
Mundo desordenado,
sujo à espera, andando
Refletindo prazeres
dolorosos
Bondosos cruéis
dizendo a verdade
Fuja da verdade!
Seja uma mentira irrefletida,
mística impensada
chamada paixão
Assinar:
Postagens (Atom)






