domingo, 3 de setembro de 2017

Estrelaris

Noite alta para conhecidos vidas alteradas
Estrelaris frontes aos fins esperados por toda a parte
Sabiamos que o dia tardaria mas chegariam
Meios pra fins que tanto bombons quantos sangrias:
a verdade noção
Somos todos mortos em colchões de soberba
Estrelaris de meus próprios perdões,
a parte alguma podendo subir e rir
Desgraças feitas dos roedores que ali viviam
Estes comidos em gramas cortes finos
como vinhos inseparáveis
desvairados como um vento do sul sem que
sem porque apenas um entre meias quase dias
Olhando para aquilo surtando bases de misticos
chorei de tanto erguer a taça
venenos que se apoderam nas letras da várzea
Ali com outros calores queria ter com ela e a ela
oferecer combalida a paisagem
De passagem contudo não sofria
apenas ajoelhava no pó que imperava
Nos olhos brilhavam esperanças de viveres comedidos
uma era perdida dos pensadores perdoados
Professos inúteis dos calados em cadeados
supuseram e pensaram
Estes ou pra lá ou não mais nem ninguém.

Na latrina, brilhava...

sábado, 22 de abril de 2017

Por dentro a fora

Quem dia que pisou fora de casa / é o mundo é o mundo / Mas mundo mesmo começa em nós / Sol que brilha brilha no sorriso primeiro / Acontecimentos novidades são cada batida do coração / Olha outro dentro de si / Já esta fora / Pisando terra desconhecida / Cada segundo nova possibilidade de arrepio / Surpresas abrindo as janelas de casa / chamadas olhos / Chama aproveitar vida a preguiça / Chama conhecer porque sozinha dele / O outro / E tudo esse outro / Cada passo direção dessa luz / chamada mundo....

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Śèŕìà

Grito forte aos ventos só
galanteio caótico surfando muitos mares
Queriam depressões rodeando aquele soslaio
Num rabo critico de sanidade
Desejava ardentemente seguir o caminho torto
Que eleva sóis surtos que me mediam aquele peso
Carregava um mundo meia mente desligada
Parei e respirei e segui dedilhando vida ocupada
naquelas atividades em que se vê o fantasma
e a sombra
Onde se perde girafas e desanuviados raciocínios
Conclusão desaparecidas como álcool a queimar invisível
Aqueles sonhos, aqueles sonhos de calor e amor
Onde todo o abismo em mim faria sentido
Sede que não passa, mas não me deixa pra trás
Pés automatizados de uma fábrica detergente
Mofada e séria. Ria
Até os dentes que caiam davam saudações
Os que passavam não viam
Tudo normal. Parecia....

Na parede

Celulas jorravam do buraco na parede
Sombrios bicos outrora árticos que subiam
Assoviavam vizinhos torpes verdades
Queriam os simples nomes dos tijolos lagartos
Seguranças meridianos daquela festa
Penetrando nossas mentes como um ato de guerra
Regimes de cordas soltas sorrisos por suas notas
So queria amar deitar solidão seu abraçar de si
Tragam as pizzas, algo me fugiu.

sexta-feira, 18 de março de 2016

entre eu

Vim de longe pela estrada
um sapo pelas meias meio depre
um real blues de quem tipo fim
não sabido de seu porque sem fim como pedras que chutava
mas no meio encontrei um desencontro
um rock meio perdido
achando que eu estava meio ali
mas era submerso no pantano de mim havia sorrido e chorado

estava feliz
e fiquei feliz
e estou feliz
aquelas pedras todas catei e levei aqui estao
vou escrever o nome da canção com elas
Vim de longe pela estrada
um sapo pelas meias meio depre
um real blues de quem tipo fim
não sabido de seu porque sem fim como pedras que chutava
mas no meio encontrei um desencontro
um rock meio perdido
achando que eu estava meio ali
mas era submerso no pantano de mim havia sorrido e chorado
estava feliz
e fiquei feliz
e estou feliz
aquelas pedras todas catei e levei aqui estao
vou escrever o nome da canção com elas
entre o suicidio e a poesia encontrei o verso onde doença encontra linhas
andei e corri chorei e bloquiei
me parti e voltei
joguei e tomei
recai em todos que fugia
ao nascente me abracei
me amei
era minha perna e subia em chuvas
nem dificuldades nem quebrados das girafas ou dos sapos
estava feliz
e fiquei feliz
e estou feliz
aquelas pedras todas catei e levei aqui estao
vou escrever o nome da canção com elas

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Entre o sol e a grama

Entre o sol e a grama

seguindo torto nem sei pra que
num mundo muito louco
esfirras que nem sabem se são de carne
patês que não se comem
ilusões concretas como rochas
e os doentes guiam sãos como rodas
um mundo oco como tal não entendia
sorrisos parasitas e choros em brisas
aquele que queria escondia
sob cortinas da negação sem hora
e hora posta grita o sinal
onibus fora do ponto por serem humanos
pasteis de vento recheados de traumas
cabeças separadas do corpo
lulas que não se conhecem
polvos que não se dão e se procuram
valorizam o que não sabem
fantasiam mares e ondas em evolução
acontecimentos que tardiam
esperanças por doces que se frustram
os cegos se deliciam la em cima
do alto dos sem razão
pois a mentira prevalece coerente
Mas não importa o sabor da torta
sou alergico a outro sabor
pra mim é verdade seja la o que sou
pra mim é sinceridade sem medo
É paixão pela vida, pelos vivos
é um sorriso e uma lágrima
em toda massa e pelos vãos
Não vou planejar nem colocar máscaras
que o universo derreta
os sucos evaporem
seguirei eu sozinho dito azedo
em direção à ganhadora
do grande premio meu